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1o Brazilian Day Canada aquece o Yonge-Dundas Square

O primeiro Brazilian Day realizado no Canadá levou cerca de 30 mil pessoas à praça Yonge-Dundas nesta segunda-feira (7). Os brasileiros aproveitaram o evento para comemorar o feriado do Dia do Trabalho com muito agito. Veja a cobertura em vídeo.

Leia também Exaltasamba no Brazilian Day Toronto 2011 e veja o vídeo do Brazilian Day Canada 2010 com Ivete Sangalo.

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Julieta é curiosa, subjetiva e prolixa. É também contraditória o suficiente para admirar o que é simples. Não perde a oportunidade de puxar uma boa prosa, seja na fila do supermercado ou durante uma viagem de avião. Antes de tudo, se interessa por pessoas e pela origem das coisas. Desde os sete anos, quando seu pai comprou uma câmera vídeo, sonha em ser jornalista. O sonho a levou à Universidade Federal de Pernambuco, onde a recifense se formou em Jornalismo. Das brincadeiras com a câmera do pai, veio a paixão pelas telas e pela linguagem audiovisual. Começou na TV Universitária de Pernambuco, passou pela TV Alepe, TV Asa Branca (Caruaru/PE), TV Cultura e TV Globo Nordeste. Em 2008 se mudou para o Canadá, onde juntou sua experiência em televisão com a liberdade da internet. No OiCanadá, Julieta faz o que mais gosta e melhor sabe fazer: contar histórias.

16 Comentários

16 Comments

  1. Julieta Jacob

    15/set/2009 at 22:01

    Carol, valeu pelo comentário, a gente promete que vai pensar numa versão do blog em francês em homenagem à Jay, d’accord?? :P Te espero em 2010 com sua animação brasileira-quebecois!!

    Tiago, a gente é que agradece pela discussão que você iniciou no blog. O OiToronto é também um espaço para polêmicas saudáveis como esta. É trocando ideias e experiências que a gente aprende mais sobre o mundo e sobre nós mesmos. Seja sempre bem-vindo aqui!

    Verônica, você já faz parte da “turma”. Volte sempre aqui! Enquanto houver gente como você aí “do outro lado”, estaremos “do lado de cá” falando, filmando, fotografando e refletindo com muito prazer! :)

  2. Verônica

    15/set/2009 at 21:19

    Hummmmm, adorei a matéria e as “provocações” que sobrevieram dela !!!!!
    O mundo é de quem faz e tudo isso só existe porque tem gente filmando,
    falando, fotografando, cantando, gente colocando suas reflexões no ar …
    Obrigada, Julieta, pela oportunidade de poder participar desse convívio.
    Valeu mesmo !!!!!!!!!! Muitos beijos.

  3. Martha

    15/set/2009 at 04:46

    30 mil pessoas assitindo de casa tb, ne? rs
    eu sei que esses sao os numeros que a globo publicou, mas acho que nao tinha nem 10 mil.

  4. Tiago

    11/set/2009 at 16:50

    Prezadas Tammy, Martha, Julieta, Fernanda e Carol,

    Primeiramente queria dizer que o fato de apenas mulheres terem respondido à provocação de um debate é, pra mim, muito interessante.

    Em relação ao exemplo do futebol, usei-o apenas por ser, talvez, o maior fenômeno social de nosso país (mais uma provocação). Mas poderia ter usado qualquer outro. Enfim… Seguindo esse mesmo exemplo, não sei se irei conseguir responder a todos os pontos que vocês levantaram por serem demasiado extensos e complexos. Mas respeito o ponto de vista de vocês e concordo, em tese, com alguns pontos. O fato de se morar no Brasil não significa que se respeite o país, nem que se goste ou se orgulhe dele. Concordo. Mas não estava me referindo aos brasileiros daqui, até porque a matéria é sobre os brasileiros “de fora”. Por isso não falei dos “de dentro”. Só isso.

    Concordo, também, com quem disse que nem todos os brasileiros tiveram opção de ficar (por fatores pessoais ou profissionais), mas quando estamos falando de um fenônemo social (e as migrações são assim) não se pode analisar os casos particulares e sim as generalidades. Por isso, observando um movimento social, de um povo ou grupo cultural, a gente percebe que esses fenômenos de emigração e imigração estão sempre relacionados com as condições sociais dos locais nos quais essas pessoas se inserem a apresentam especificidades de acordo com estas condições.

    O emigrante é geralmente levado a deixar seu país por falta de condições que o permitam ascender socialmente e acaba se tornando o imigrante de algum outro país no qual ele deposita suas esperanças de melhoria de vida. Obviamente que há casos que não se encaixam nesse perfil, mas aí são as particularidades individuais e não as características do fenômeno social. No caso dos jogadores de futebol que jogam na Europa, não podemos caracterizá-los como “emigrantes” pois são profissionais liberais. Ah, sim, os jogadores que se naturalizam para defender uma seleção nacional estrangeira (a de Portugal tem hoje 3 “brasileiros”, Croácia tem 1, Espanha também 1 etc.) são sim emigrantes na essência. Mas, mais uma vez, são a exceção, os casos particulares. E não estamos analisando esses casos aqui. Mas se por acaso esses “brasileiros” naturalizados não passarem a se orgulhar do país que o adotou, de sua história, dos símbolos nacionais… qual a identificação com a nova pátria? Seria então apenas interesse financeiro? As identidades nacionais são muito mais que isso.

    Mas continuando, obviamente que existem outras motivações que podem levar um cidadão a se tornar emigrante, em seu país, e imigrante, no país de destino. Como os refugiados que abandonam seus países devido a conflitos civis, ou por causa de perseguições raciais/religiosas, ou ainda por causa de desastres naturais/ambientais. Ou seja, os “refugiados”.

    Nenhum desses casos é o dos Brasileiros. Pelo menos que eu saiba não temos hoje um grupo considerável de brasileiros refugiados oficialmente. Mas façam uma pesquisa sobre as motivações que levaram grande parte dos brasileiros espalhados pelo mundo a emigrarem e constatarão que a grande maioria emigrou com todos os motivos possíveis menos por “orgulho” do Brasil. É ESSE O MEU PONTO. Os emigrantes brasileiros OPTARAM por uma nova pátria, não foram obrigados a isso (não esqueci dos casos particulares, ok?)

    É claro que a mobilidade dos indivíduos sempre foi um fator importante e presente na história da civilização. Desde os tempos primitivos em que o nomadismo era prática comum até os tempos atuais em que a globalização tornou mais fácil (ou pelo menos, mais comum) os movimentos migratórios.

    Mas o que quis falar (ou critirar, como queiram) foi que o imigrante enfrentou e enfrentará quase sempre as mesmas dificuldades de se estabelecer em um país de costumes diferentes dos seus e de língua desconhecida enfrentando, muitas vezes, a xenofobia, as restrições impostas aos estrangeiros pelas legislações, o trabalho escravo ou quando muito o subemprego, em comparação com as dificuldades que enfrentaria ficando em seu país. Se submetem a certas situações, no exterior, que em sua terra natal não necessariamente suportariam. Isso é um fato! E não me refiro aqui apenas aos brasileiros não. TODOS os imigrantes passam por isso. Alemães, italianos, japoneses etc. passaram por isso aqui no Brasil. E muitos dizem “mas um dia eu volto”. Volta por quê?

    O desenvolvimento de países que “recebem” imigrantes se dá, diretamente, ao trabalho dessas pessoas. O desenvolvimento dos países que “enviam” emigrantes é feito por quem? Encerro com o mesmo ponto: é muito fácil ter orgulho de um país quando se olha pra ele de fora, quando se tem nostalgia em momentos de festa. O mesmo sentimento surge dia-a-dia dentro do seu país? Ou esse “nacionalismo” brasileiro é apenas bissexto, de Copa em Copa? Pergunta feita aos brasileiros “daqui” também.

    Desculpem se fui muito prolixo, mas é que sou um homem só (e usamos menos palavras diariamente que vocês hehe) pra responder a cinco mulheres sobre coisas muito complexas. Valeu pela polêmica.

  5. Carol Agnolon

    11/set/2009 at 13:55

    Parabéns ao OiToronto!! Fiquei morrendo de inveja por não ter um momento desse em Montreal AINDA!!
    Ano que vem estarei aí com vcs!
    Parabéns D. Julieta, ADORO as matérias!!! Vc é ótima! (pena que o Jay não entende português, pois tenho certeza que ele iria amar tb!!)
    Um grande abraço, bem verde-amarelo, ousando acrescentar o azul e branco da nossa bandeira com a do Quebec… mas COM ORGULHO SIMM de SER BRASILEIRA!
    Parabéns a todos!!
    Bjoss! Saudades !

  6. Fernanda Thiesen

    11/set/2009 at 03:30

    Olá Tadeu e Fatima,

    Obrigada pelos comentários de vcs.

    Infelizmente não foi possível filmar as bandas locais que se apresentaram no Brazilian Day, por falta de tempo mesmo. Nossa equipe de filmagem (são apenas 2 pessoas) teve que se desdobrar durante o final de semana prolongado para cobrir todos os eventos brasileiros que estavam rolando na cidade ao mesmo tempo, além de editar todo esse material, o que leva um bom tempo. A equipe só chegou ao BDC após o show da Elba Ramalho ter começado, e por isso não temos nenhum footage das bandas locais.

    Se vcs tiverem a oportunidade de navegar um pouco pelo OiToronto, irão perceber que temos comentado sim sobre as bandas locais que se apresentam em TO. É claro que não é possível mencionar todos os shows que acontecem na cidade, mas podemos afirmar que temos colaborado na divulgação da cultura brasileira, apesar de nosso objetivo principal ser apresentar o multiculturalismo da cidade aos brasileiros que aqui estão.

  7. Fernanda Thiesen

    11/set/2009 at 01:19

    Eta que todo mundo falou bonito! Dá-lha Tammy, Martha, Juli. Bjos em todas as orgulhosas brasileiras. Eu hoje sei que, se o Rio não estivesse tão violento, eu provavelmente já teria voltado, e com muito prazer. :) Acho que todo mundo tem o direito de buscar uma vida melhor, seja lá onde for e, ainda assim, ter orgulho de sua nacionalidade.

  8. Fatima

    10/set/2009 at 23:39

    Concordo Plenamente Tadeu, Salviano Pessoa deu um Show com sua Banda ….
    Vamos Valorizar as bandas Locais meu Povo..

  9. Julieta Jacob

    10/set/2009 at 23:36

    Caro Tiago,

    Por mais que pareça contraditório dizer que “quem deixou a pátria verde-e-amarela para morar no Canadá tem orgulho de mostrar de onde veio”, foi exatamente isso o que eu observei durante o Brazilian day em Toronto. Ao contrário do que você sugeriu (e concordando com o que disse Tammy, acima), imigrar nem sempre é sinônimo de “fugir da raia” ou “abandonar o barco”. É preciso reconhecer que, historicamente, a imigração foi não raro uma alternativa de sobrevivência e, por meio dela, grandes nações se desenvolveram. O próprio Brasil, num determinado período, acolheu milhares de imigrantes, a maioria fugitivos das duas grandes guerras. Isso mostra que, via de regra, quem deixa o lugar onde nasceu está em busca de melhores condições de vida. O Brasil penta campeão e auto-suficiente na produção de petróleo pode, sim, pra muita gente (brasileiros ou não), ser o melhor lugar do mundo pra se viver. Já outros, não encontram boas oportunidades de trabalho por lá, ou estão simplesmente cansados da falta de segurança, e por isso decidem trilhar outros caminhos. O Canadá, por ser um dos países que ainda abrem as portas para os imigrantes, tem sido um dos destinos favoritos de muitos canarinhos. Quem tem a chance de viver legalmente num outro país não necessariamente precisa negar suas origens ou deletar seu passado, pelo contrário. A tendência é que, ao conviver com uma cultura diferente, os traços de “brasilidade” venham ainda mais à tona. E eis aí uma das grandes riquezas da sociedade canadense: vários “países” convivendo juntos em harmonia.

    Dizer que “é muito fácil ter orgulho do Brasil longe dele lembrando de sua música, de seu futebol, de suas festas, enfim, lembrando de algo realizado pelos outros brasileiros que aqui ficaram” é perigoso. Usemos como exemplo o futebol, pra citar um dos fenômenos mais populares do Brasil. Onde estão os nossos craques, se não no exterior, marcando gols em algum grande clube europeu? Parece até irônico: jogadores da seleção brasileira não moram no país onde nasceram. Será que eles “abandonaram o barco” ou “perderam as esperanças”? Não se sabe. Os motivos que fazem uma pessoa montar o acampamento num outro lugar são inúmeros. O que se sabe é que, mesmo fora, esses craques defendem a camisa verde e amarela e fazem a alegria de uma nação. Será que é fácil? Não podemos julgá-los por não morarem em solo brasileiro. E assim como os craques, cada brasileiro que deixou o Brasil torna-se automaticamente um embaixador. E cada chance de falar do seu país com outra pessoa, de ajudar a quebrar estereótipos ou valores erroneamente construídos ao longo do tempo, representa um gol marcado. De gol em gol, se faz uma nação penta campeã. Não é fácil, mas dá um orgulho danado.

  10. Tadeu

    10/set/2009 at 23:29

    Engracado que ateh nesse video sobre o Brazilian Day, ateh vcs do site e quanto a producao do Brazilian Day ….da para se notar que vcs nao dao valor nenhuma BANDAS LOCAIS…
    Brazilian Day Existe uma vez no ANO, e eventos normais acontecem varias no ANO…
    Nunca se esquecam q sem Musica Brasileira os Eventos em Toronto nao sao nada e principalmente sem as Bandas Locais Tocando !!!!!
    A Proxima vez vamos apoiar mais as Bandas LOCAIS….pq sao todos Musicos profissionais e independente da Merreca que os eventos Pagam …eles estao la Tocando, pq vcs sao carente da MUsica Brasileira.

  11. Martha

    10/set/2009 at 23:19

    Ola Tiago,

    Não é por não estarmos no Brasil que nao amamos o Brasil.

    Eu represento o Brasil aqui fora, todos sabem que sou brasileira, e faço disso a melhor imagem possivel.

    E em momento algum abandonei o brasil, por isso trabalho com o OItoronto, trabalho no festival de cinema brasileiro, que ajuda a mostrar a nossa cultura para os “não brasileiros”, ajuda a co-produções, ajuda em inúmeras coisas.

    Se engana vc de achar que qd tem uma goleada no futebol, quem assiste nao pode ter orgulho… é por esse orgulho, que torcedores vao aos estadios e pagam o salário dos que jogam, como tb o que assistem o futebol pela tv, tb estao fazendo a sua parte em tornar o futebol o esporte número um do país e assim participar das vitorias e se orgulhar. Sem o orgulho do torcedor, o futebol nao existiria.

    Tenho orgulho do Brasil em varios aspectos, como também tenho vergonha de muitos brasileiros e o Brasil somos nós, os brasileiros.

    Eu tenho orgulho de ser brasileira, não pelo futebol ou pelo petróleo… mas pq eu sou brasileira e nunca vi um povo igual.

  12. Glauco Ramos

    10/set/2009 at 22:20

    Oi Toronto ta de parabens pelo bela reportagem sobre Brazilian Day Canada. Naum vejo a hora de 2010 chegar para proximo Brazilian Day Canada. Esse foi nota mil proximo ano vai ser bem melhor……

  13. Tammy Peix

    10/set/2009 at 21:42

    Tiago, obviamente as pessoas sentem orgulho de ser brasileiras pelas coisas boas que o país tem. Quem tem orgulho do que é ruim? Isso não faz o menor sentido. Sobre a questão de ser um fato fortuito, conheço muita gente que se orgulha de ser canhoto. O orgulho vem por fazer parte de algo ou um grupo e amar aquilo que se é.

    As pessoas que saem do Brasil não deixam de amá-lo, pelo contrário, muitas vezes, como eu, amam ainda mais seu país e se sentem ainda mais patriotas. Muitas pessoas não tiveram escolha ou tiveram que escolher entre seu país e o grande amor da sua vida, por exemplo. Conheço pessoalmente vários casos como esses. A maioria não “abandonou” o Brasil como você colocou.

    Podemos não “fazer diretamente” pelo país na sua maneira de ver e não contribuir todos os dias para o seu desenvolvimento INTERNO. Mas definitivamente contribuímos para a imagem do Brasil aqui fora. Na minha opinião as pessoas que saem do país têm como “missão” educar o mundo sobre o nosso país. Tenho isso como uma espécie de meta em minha vida.

    Mas além de brasileira me considero cidadã do mundo. Isso para mim é uma responsabilidade ainda maior. Precisamos cuidar do nosso planeta independente do país em que moramos. Tenho orgulho de fazer parte de um povo tão bonito e de saber tantas coisas que eles não sabem aqui. Sinto orgulho de poder ensinar e transmitir um pouco dessa nossa sabedoria brasileira tão calorosa, contribuindo assim para um MUNDO melhor.

    Sou cidadã do mundo, nascida no Brasil, com muito orgulho!

  14. Tiago

    10/set/2009 at 14:03

    Orgulho de ser brasileiro? Orgulho do país de onde saíram ou fugiram ou abandonaram? Orgulho de quê? Dos feitos dos outros? Por exemplo: “ganhamos” a Copa, “somos” penta, “somos” auto-suficientes no petróleo, etc.

    E eu pergunto: nós quem, cara-pálida? Você estava em campo? Fez algum gol? Estava no banco, pelo menos? Desenvolveu a tecnologia pra explorar o pré-sal?

    As pessoas se orgulham de uma goleada da seleção, da qual não participaram em absolutamente nada, de serem católicas, vascaínas, paulistas, BRASILEIRAS, mangueirenses… circunstâncias fortuitas ou independentes de mérito pessoal.

    É muito fácil ter orgulho do Brasil longe dele lembrando de sua música, de seu futebol, de suas festas, enfim, lembrando de algo realizado pelos outros brasileiros que aqui ficaram.

    O que fizeram pelo Brasil esses brasileiros, que não ficaram, para sentirem “orgulho” de ser brasileiros (um fato fortuito, como o de ter nascido destro ou canhoto)?

  15. Flávia Barros

    10/set/2009 at 10:17

    Vixe… Qdo eu estiver morando no Canadá e ouvir Vassourinhas vou me arrepiar muuuuuuuuuuuito!!

  16. Vivi

    10/set/2009 at 09:33

    Emocionanteeeee! Parabens :)

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