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Tendência no ar: fazer voos solidários

A última tendência do turismo no mundo todo é compensar o impacto causado pelo passeio com ações que possam contribuir para a recuperação do meio ambiente ou que ajudem a quem esteja precisando de uma mão. Se você tem planos de viajar do Canadá para o Brasil, veja aqui como turbinar seu voo, transformando-o em uma viagem solidária.

Pessoas que nascem com alterações nas proteínas responsáveis pela união das camadas da pele sofrem de Epidermólise Bolhosa. Para elas, qualquer batidinha ou arranhão vira machucado sério. Até mesmo a água do chuveiro pode causar bolhas e grandes feridas que custam a sarar. 

A doença é hereditária e não transmissível mas não tem cura, criando assim uma necessidade sem fim de curativos especiais de silicone. O problema é que uma caixa do produto vem com apenas quatro folhas de 20x50cm e custa no Brasil R$2.250, colocando um peso impossível sobre qualquer orçamento. E é aqui que começa a história das viagem solidárias.

A ONG Jardim de Borboletas foi criada para ajudar crianças que sofrem de Epidermólise Bolhosa e se juntou a duas outras organizações para viabilizar um programa que dá ao turismo um sabor solidário inesquecível.

O primeiro parceiro nesta empreitada é a Not Just Tourists, uma entidade canadense que há mais de 25 anos organiza malas especiais que seguem recheadas de material médico essencial para pessoas como as que sofrem de Epidermólise Bolhosa. O segundo parceiro é a Fraternidade Sem Fronteiras, outra organização do bem, brasileira de nascença e que atua em vários projetos no Brasil e no continente africano.

O trio conseguiu estabelecer um sistema de transporte e distribuição de malas de curativos do Canadá para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e, destas capitais, para o resto do Brasil. E para fazer o esquema funcionar, o Jardim das Borboletas conta com a ajuda de viajantes voluntários.

O viajante que desejar participar só precisa entrar em contato com o pessoal do Fraternidade Sem Fronteiras no Canadá que vai, então, fazer a ponte com a turma do Not Just Tourists.

Se o viajante voluntário não estiver levando o total de bagagem permitida pela companhia aérea, é só pegar a mala de curativos e partir feliz da vida. Mas mesmo que a cota de bagagem esteja preenchida, o viajante pode entrar em contato com a companhia aérea para participar do Airline baggage and humanitarian aid.

A Air Canada e a WestJet, por exemplo, fazem parte deste time de empresas que permite o embarque de uma mala extra, sem custo algum, quando é comprovado que o conteúdo é composto só de doações. 

Quer fazer parte? Mande uma mensagem para o pessoal do Fraternidade Sem Fronteiras agora mesmo através do site do projeto e transforme seu próximo voo em uma viagem solidária.

E compartilhe este post nas suas mídias sociais, para que mais e mais gente possa conhecer o trabalho dessas ONGS e participar dessa iniciativa simples, barata e que faz toda diferença na vida de muitas pessoas.

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