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Experiência

Nada é por acaso

O plano estava traçado: o tradutor Arnon Melo iria estudar inglês em Boston e ponto final. Mas, antes de chegar aos EUA, fez uma parada em Toronto para visitar um amigo. A partir daí, tudo mudou. Ele resolveu não só fazer o curso no Canadá, mas também se mudar para o país. Isso tudo foi há 20 anos. Depois de trabalhar em uma fábrica de pilhas, ele voltou para a Faculdade e hoje é dono de uma empresa de transporte de cargas. No Eu não sou daqui, ele conta o segredo do sucesso e garante: “Não acredito em coincidências”.

Para o empresário Arnon Melo, tudo tem uma razão, uma finalidade. O “acaso” não existe e, por isso, embora não tenha planejado viver no Canadá, a vinda dele para Toronto, em 1990, já estaria traçada no seu “plano de vida”.

E foi assim que ele chegou à cidade, 20 anos atrás. Estudou inglês, se apaixonou, casou e e decidiu ficar de vez. No início não foi fácil. Ele teve que se virar para sobreviver: foi empacotador de pilhas em uma fábrica, vendedor e tradutor. Com uma boa dose de auto-confiança, voltou à Faculdade para cursar Comércio Exterior no Seneca College. A partir daí, começou a colher os frutos de tantos anos de investimento profissional. Logo na primeira empresa que o contratou, uma multinacional alemã, foi promovido até chegar ao cargo de gerente. Nove anos depois, estava seguro o suficiente para tocar o próprio negócio.

Hoje Arnon Melo é dono de uma empresa de transporte de cargas e se considera uma pessoa feliz e realizada. Na entrevista que concedeu ao OiCanadá, ele dá dicas para quem quer fazer faculdade ou abrir uma empresa no Canadá e relembra o período em que cogitou largar tudo e voltar para o Brasil. “Foi difícil, mas eu enfrentei e resolvi ficar. E a minha decisão não foi por acaso. Sei que existe uma razão pra tudo isso”, finaliza.

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Julieta é curiosa, subjetiva e prolixa. É também contraditória o suficiente para admirar o que é simples. Não perde a oportunidade de puxar uma boa prosa, seja na fila do supermercado ou durante uma viagem de avião. Antes de tudo, se interessa por pessoas e pela origem das coisas. Desde os sete anos, quando seu pai comprou uma câmera vídeo, sonha em ser jornalista. O sonho a levou à Universidade Federal de Pernambuco, onde a recifense se formou em Jornalismo. Das brincadeiras com a câmera do pai, veio a paixão pelas telas e pela linguagem audiovisual. Começou na TV Universitária de Pernambuco, passou pela TV Alepe, TV Asa Branca (Caruaru/PE), TV Cultura e TV Globo Nordeste. Em 2008 se mudou para o Canadá, onde juntou sua experiência em televisão com a liberdade da internet. No OiCanadá, Julieta faz o que mais gosta e melhor sabe fazer: contar histórias.

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