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Curso pós-secundário no Canadá exige planejamento

Fazer um curso superior no Canadá é um desafio para muitos brasileiros, mas o esforço é recompensado por uma educação de qualidade reconhecida no mundo inteiro. Para ingressar em um college ou universidade canadense, o estudante tem que se preparar para uma maratona que envolve muita pesquisa, dedicação e principalmente planejamento.

Quando o assunto é ensino superior, o que não faltam no Canadá são boas escolas. Em Toronto, por exemplo, estão situadas algumas das mais respeitadas universidades do mundo, como a University of Toronto, que ocupa a 19a posição no ranking da QS (logo atrás da McGill University, situada em Montreal). A York University, também localizada na maior metrópole do país, possui um dos melhores MBAs, segundo a  revista britânica The Economist.

A escolha certa

O primeiro passo para quem quer ingressar em uma instituição canadense de ensino superior é fazer uma pesquisa ampla para escolher a universidade ou college que mais atende as suas necessidades, e a internet é a melhor aliada nessa empreitada. A maioria das escolas possui sites online que trazem diversas informações como os cursos oferecidos, instrução de matrícula e preços. Algumas delas, como a Ryerson University, possuem uma seção exclusiva para os estudantes internacionais, que inclui orientações ligadas à imigração e adaptação ao país. Em sites como o do Centennial College, também é possível visitar virtualmente as instalações do local.

Ao contrário do que acontece no Brasil, não existe no Canadá um modelo padrão para aceitar o estudante na instituição, como um vestibular por exemplo. Cada escola tem as suas próprias regras. No geral, é preciso que o interessado que não possua inglês como primeira língua (e que não tenha feito o high school no Canadá, correspondente ao ensino médio no Brasil) se submeta a um exame de proficiência da língua. Os mais comuns são o TOEFL, IELTS ou o CAEL (Canadian Academic English Language). A maioria das escolas também exige certificado de conclusão do ensino médio no Brasil e o resultado do ENEM (Exame do Ensino Médio Brasileiro), e todos os documentos devem ser acompanhados de uma tradução autenticada.

Em algumas províncias o interessado tem a possibilidade de utilizar uma central de registros para se matricular em qualquer uma das universidades públicas. Em Ontário, por exemplo, o OUAC (Ontario University Application Centre) permite que o estudante faça todo o processo online, além de informar os prazos de matrículas em cada instituição.

Permissão para estudar no Canadá

Para fazer um curso acima de seis meses, é preciso que o interessado obtenha o Study Permit  (documento que dá permissão para estudar em território canadense), através do Departamento de Imigração e Cidadania do Canadá. Antes de fazer o pedido, é necessário que o estudante tenha uma carta da escola confirmando a sua matrícula, comprovação que possui dinheiro suficiente para custear os estudos e despesas locais (como alimentação e moradia), além de se submeter a exames médicos. Quem é brasileiro também precisa de um visto para entrar no Canadá.

A excelência no ensino e os preços mais baixos comparados aos de países como os Estados Unidos são alguns dos motivos que fazem com que milhares de estudantes escolham o Canadá para fazer um curso superior. Só em 2010, de acordo com o Departamento de Imigração e Cidadania do Canadá, havia cerca de 153 mil estrangeiros matriculados em um curso pós-secundário no país. No final do ano passado, 2500 brasileiros estavam em território canadense com permissão de estudo.

O OiCanadá oferece um serviço personalizado gratuito onde o estudante pode esclarecer dúvidas e obter orçamentos junto a algumas das melhores escolas de idioma e agências de intercâmbio do Canadá, economizando tempo e dinheiro.

Marcio Rollemberg é pernambucano e formado em jornalismo. Foi editor-chefe de um telejornal universitário, produziu documentários e trabalhou como repórter de TV no Brasil. Em 2005 mudou-se para Toronto e atualmente é um dos colaboradores de uma revista e de um canal de TV. Em 2011 juntou-se a equipe do OiCanadá, onde escreve matérias sobre Turismo e Variedades.

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