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Canadá fecha acesso de estrangeiros ao país enquanto registra mais três mortes causadas pelo COVID-19

A medida, anunciada nesta segunda-feira, 16 de março, pelo primeiro ministro canadense foi recebida com aplauso de um lado e com apreensão do outro por ter deixado em aberto o ir e vir de cidadãos dos Estados Unidos.

A partir de agora, apenas residentes permanentes e cidadãos canadenses poderão entrar no país, com algumas exceções sendo estudadas caso a caso. Mas, por questões políticas e econômicas, a fronteira com os Estados Unidos continuará aberta, apesar de haver fortes indícios de que o país vizinho tem tudo para ser um novo epicentro da pandemia no futuro próximo.

Também ficou declarado que todo viajante que chegar ao país deverá ficar em isolamento por conta própria durante pelo menos duas semanas. Além disso, as companhias aéreas passam agora a ter o direito e o dever de negar acesso ao avião a qualquer pessoa que tenha sinais de contágio, mesmo que seja alguém tentando retornar para casa.

A Air Canada, maior companhia aérea do país, já vinha, de fato, suspendendo rotas suas pelo mundo todo. Até o fechamento deste texto, os voos partindo e retornando do Brasil ainda estavam em operação, mas a empresa já contava com 28 rotas desativadas e a tendência é de que este número cresça nos próximos dias, em especial depois do anúncio feito pelo primeiro-ministro Justin Trudeau.

Continuam também bloqueados de ancorar nos portos canadenses os cruzeiros com mais de 500 pessoas a bordo.

A segunda-feira foi marcada ainda por três novas mortes registradas em British Columbia. Todas no mesmo asilo onde já havia falecido a primeira vítima da pandemia em solo canadense.

Ao mesmo tempo, os governos provinciais, como o de Québec, ou municipais, como o de Toronto, começam agora a pedir que restaurantes, bares e cafés mudem suas rotinas, fechando por completo ou passando a atender apenas 50% da sua capacidade. As autoridades aconselham ainda que os estabelecimentos avaliem a possibilidade de servir apenas pedidos “para viagem” ou para entrega.

Grandes redes como o restaurante self-service Mandarim já deixaram de funcionar. Outros, como Starbucks e Tim Hortons, não mais permitem consumo na sua área interna. Só atendem delivery, drive-thru ou takeouts.

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